quinta-feira, 12 de novembro de 2009

A Linguagem Universal

Uma brincadera na aula de Produção de Texto com o colega Gabriel N. Andreolli deu nisso:

É inerente ao ser humano uma linguagem única, a qual não se limita as cercas embandeiradas que separam quintais. É a linguagem universal, uma linguagem em que não se faz necessário tão somente o uso de palavras, extrai-se o sentimento e transmite-se a ideia.

Certa vez alguém veio a terra e despertou algo que estava esquecido, que abranda a cólera, afaga a dor e afasta a ira. Humildemente escolheu nascer em meio a simplicidade de uma manjedoura, lembrando aos homens que a verdadeira riqueza esta em ser, frente ao ter. Sabiamente usava a linguagem universal para lembrar que existe algo além do que se vê. Usando figurações tão simples quanto sua existência, trazia a essência da linguagem universal, desta forma encantava, mais do que isso, induziu o ser humano ao ato da reflexão o qual estava perdido.

A universalidade dos sentimentos permite ao ser humano buscar nas mais remotas memórias de seu inconsciente os porquês. Ao se deparar com uma pintura ou imagem, o homem estabelece uma relação com a obra que lhe traz um coquetel de sentimentos fazendo-o perceber detalhes que outrora não percebera, usa da linguagem concernente a todos os seres irmãos.

Não é preciso ter vivenciado a época da guerra do Vietnã para sentir o horror que inundava as mentes da população envolta em sangue, ao fitar a imagem da criança ardendo em chamas sente-se um ardor na própria alma - imagem esta que se tornou o símbolo da brutalidade humana nos referidos eventos. Mesmo após trinta anos a imagem continua a chocar, lembrando a existência da linguagem dos sentimentos humanos.

A rejeição da importância da linguagem dos sentimentos por parte da sociedade, da azo a individualidade fazendo com que esta se prenda numa redoma em que a redenção se encontra ao derrubar as cercas embandeiradas que separam quintais.


Estranho, mas faz sentido, eu acho...
Daniel Albherto Gabiatti
Gabriel Nunes Andreolli

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Jusfilosofia, causas e consequências da minoração deste auditório.

Ao versar sobre filosofia, geralmente observa-se certa aversão, tanto por parte de acadêmicos quanto por parte da população em geral. Esta “mistificação” da filosofia é prejudicial principalmente no ambiente acadêmico.

Filosofia é a capacidade reflexiva e descritiva do mundo e do ser humano por parte deste; é a natural avidez humana por conhecimento. Afirma Aristóteles, todos os homens desejam por natureza o conhecimento.

O principal objetivo da filosofia é obter respostas. Para se obter as respostas certas, faz-se necessário formular perguntas certas. Nenhuma resposta precede a sua respectiva pergunta, por sua vez, as perguntas nascem do saber filosófico, da prática reflexiva, do questionamento incessante ou usando a própria raiz do termo, as perguntas nascem da amizade pelo saber, o ato de perguntar é intrínseco ao filósofo.

Quanto ao universo jurídico, essencialmente voltado à sociabilidade humana, encontramos a chamada Jusfilosofia, por ser um ramo filosófico esta envolta em perguntas e o mais importante, as respostas obtidas no mundo jurídico incidem perpendicularmente sobre a vida social. Eduardo Bittar e Guilherme de Almeida sintetizam a importância da jusfilosofia dizendo: "A filosofia do direito é, em meio ao emaranhado das contribuições cientificas do direito a proposta de investigação que valoriza a abstração conceitual, servindo de reflexão crítica, engajada e dialética sobre as construções jurídicas, sobre os discursos jurídicos, sobre as práticas jurídicas, sobre os fatos e as normas jurídicas. Por sua proposta mais aberta, livre das amarras do direito vigente, livre dos pré-conceitos contidos na legislação positiva, descompromissada com a moral predominante ou com os hábitos sociais majoritários, funciona como escora reflexiva das ciências jurídicas."

Tendo em vista esta importância questiona-se, quais as causas da minoração do auditório da Jusfilosofia, indo mais além, quais seriam as causas da rejeição da própria filosofia?

A resposta desta indagação apresenta duas faces. Os referidos autores citados anteriormente apresentam uma das faces em questão: "Desde longa data a filosofia passou a caminhar em dissintonia com os reclamos do senso comum. Mais do que isso, em função do grande grau de tecnicismo e estilismo, a própria linguagem filosófica tornou-se inacessível aos leitores não especializados e/ou familiarizados com as nuanças filosóficas." Arrisca-se a dizer que a própria vaidade da filosofia em tecer discursos basicamente técnicos, com linguagem rebuscada e verborrágica, voltada a si própria, culmina em afastar, ou melhor, rejeitar a simplicidade de pensamento e da descrição. Com isso a filosofia rejeita sua essência, afasta-se de seu intento e entra em vicioso circulo de acepções distante daquele a qual deveria ser destinada, o próprio homem.

A outra face da minoração de auditório da filosofia se apresenta pela própria sociedade, que se encontra viciada por padrões de consumo, fruto das políticas de mercado existentes. Boa parte da população é dependente do ato consumista e vítima da alienação causada pela manipulação das massas por parte da lógica capitalista desvirtuada. O pensar e a filosofia não se enquadram no contexto das políticas mercantis, a filosofia não é comercial, não gera expressivos dividendos capitais, principalmente, não é objeto de compra e venda.

São passíveis de entendimento as razões que direcionam a população em geral a viver de forma alienada. Justamente pela carência de conhecimento, entende-se o porquê da facilidade de manipulação desta massa. Contudo, esta alienação não se resume aos indivíduos distantes do conhecimento, o referido movimento se faz presente, inclusive, nas academias, onde o conhecimento alça vôo, ao menos deveria alçar vôo livre.

A miopia de muitos acadêmicos e profissionais pode ser explicada, pela crença exacerbada em utilitários tecnológicos, que prometem facilidades e comprometem a independência do exercício do pensamento. Justamente essa arma de sedução é o que garante a permanência deste ciclo de manipulação.

O indivíduo seduzido pelas facilidades tecnológicas, envolto em falsa sensação de saciedade se distancia dos livros, do exercício das exaustivas técnicas de aprendizado, as quais considera antiquadas e ultrapassadas. Fantoche se torna de sua própria egocentria.

Alguém a qualquer tempo viu algum intelectual, individuo de sucesso, ou alguém que mudou o mundo e que não era apaixonado pela leitura, que não estudava ou que não se indagava a respeito de seu mundo? Estes mesmos indivíduos se conformaram com os limites impostos pelas estruturas reinantes em suas respectivas épocas? Mesmo o maior expoente da informatização no mundo, o multibilionário Bill Gates afirma: “Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever - inclusive a sua própria história.” Eis aqui o cerne da questão, o afastamento do conhecimento por parte da população fomenta a alienação e a exploração, tornando a filosofia, o saber, o exercício do pensamento uma tarefa rústica e ultrapassada, distorcendo sua real importância.

Daniel Albherto Gabiatti.

*Texto que apresentei no XI Concurso de Oratória do Curso de Direito da UNOESC Campus Xanxerê, no dia 04/11/09.

sábado, 31 de outubro de 2009

Consumo e Sociedade Liquida

O ser humano tende ao ato consumista por este se apresentar como subterfúgio as suas angustias e a sua inconsciente certeza de ser apenas mais um nas estatísticas, resultado da crise de identidade que se encontra incrustada nessa modernidade liquida. Partindo desta premissa “consumo-saciedade volátil” observa-se que a mão-invisível que certa vez regulava a economia e os mercados hoje seduz e manipula, tendo em vista a mitificação dos padrões sociais, causando dependência e gerando alienação.

“A dependência não se limita ao ato da compra. Lembre-se, por exemplo, o formidável poder que os meios comunicação de massa exerce sobre a imaginação popular, coletiva e individual. Imagens poderosas, “mais reais que a realidade”, em telas ubíquas estabelecem os padrões da realidade e de sua avaliação, e também a necessidade de tornar mais palatável a realidade “vivida”. A vida desejada tende a ser a vida “vista na TV”.(1)

Tentando encarnar o personagem visto na TV o indivíduo-fantoche acredita estar sendo o personagem principal de sua existência, sublimando seus anseios através do consumo, esquecendo que quem escreve o roteiro não é o personagem principal, mas sim o autor da peça, para o qual o personagem principal é descartável e substituível.

O sentimento de estarem feliz é muitas vezes difuso e solto seus contornos são apagados, suas raízes espalhadas, precisa tornar-se tangível, moldado e nomeado, afim de tornar o igualmente vago desejo de felicidade uma tarefa específica. Olhando para a experiência de outras pessoas, tendo uma ideia de suas dificuldades e atribulações, esperamos descobrir e localizar os problemas que causaram nossa própria infelicidade dar-lhes um nome e, portanto, saber para onde olhar para encontrar meios de resistir a eles ou resolvê-los.(1)

Observa-se um paradoxo nas relações sociais, anteriormente quando a solidez vigorava nas estruturas reinantes, lutava-se pela liberdade de escolha, pela individualização frente à padronização social. Hoje, conquistada certa vez esta liberdade, observa-se um movimento reverso e inconsciente das massas rumando ao retrocesso, pois a sociedade coopta a diferença, a mídia, especialmente, tende a lançar suas alternativas de escolhas, as quais a sociedade veste e se nutre, primando pela igualdade frente à diferença.(2)


(1) Os trechos em destaque são do livro Modernidade Liquida de Zygmunt Bauman.
(2)Texto escrito em uma aula de Sociologia Juríca, em conjunto com meu colega Gabriel Nunes Andreolli


Estou meio ocupado ultimamente, por isso não posto com tanta frenquência,
Grato Pela Atenção;
Daniel Albherto Gabiatti.

domingo, 7 de junho de 2009

Análise de fatos a cerca dos eventos dos últimos tempos no Brasil.

Viva a INGENUIDADE da Imprensa e do POVO BRASILEIRO!


No dia 31 de Maio de 2009 O Airbus 330, de matrícula F-GZCP, envia mensagem automática de pane elétrica depois de atravessar uma área de tempestade sobre o Oceano Atlântico, na qual enfrentou forte turbulência. Logo depois, sumiu dos radares brasileiros. (G1.com.br)
O que é uma pena, pois se perderam 228 vidas neste trágico acidente.
Quase a totalidade da imprensa brasileira, bem como a população, se encontra comovida, desta feita, não se fala em outra coisa.
Prato cheio para quem queria a todo o custo um subterfúgio de atenções para as questões políticas e sociais do país.
Que telejornal brasileiro citou algo a mais sobre as enchentes no nordeste?
Esqueceu-se de falar sobre a situação do Supremo Tribunal Federal, com seu ministro sendo vaiado, não se fala mais da CPI da PETROBRAS, da sucessão presidencial e os respectivos candidatos; não se fiscaliza sobre possíveis campanhas eleitorais fora do tempo estipulado por lei, dentre outros possíveis abusos...
Contudo o Brasil continua compadecido da situação das vitimas Airbus da Air France. Em nenhum momento digo que os esforços para que se elucidem as causas do acidente e se procurem os corpos devam ser extirpados ou contraídos, afirmo, porém, que estes devem ser mantidos. Porém, porque esquecer os nossos irmãos nordestinos? Estamos sob o mesmo país, somos irmãos precisa-se de helicópteros para auxiliar as buscas e resgate de vitimas COM VIDA em solo nordestino, onde em alguns pontos pessoas encontram-se isoladas, enquanto isso sobra aeronaves, navios e o que mais chama atenção, sobra dinheiro publico para as buscas em alto mar.
Quem esta pagando as buscas, senão o poder público?
Alguém tem idéia de quanto está custando todo esse esforço milionário?
Tudo bem, um gasto ‘necessário’, mas e quanto ao resto?
Esta sistemática se tornou corriqueira, descobre-se um grande escândalo político, social ou o que for, logo surgem algumas ‘fugas’ de atenção ante tais escândalos.
Observou-se uma situação parecida com o famoso caso Isabela, não se falava em outra, deu-se uma atenção exacerbada a um fato quase que normal, morrem muitas crianças todos os dias e não recebem tamanha atenção, enquanto isso a vida política do país se “estabilizava” (?). Pode-se citar o caso Nardoni, Gil Rugai, e por que não uma copa do mundo, a promoção de jogos pan-americanos, olimpíadas, etc., etc...
Viva a ingenuidade do povo brasileiro, que é um povo solidário, que se compadece da dor de outrem, desta feita, facilmente suscetível a esses desvios de foco.
Quanto às enchentes no nordeste, deixo uma pergunta:
Por que quando a catástrofe se acometeu sobre Santa Catarina, não se veiculava outra coisa, e agora que se acometeu sobre o nordeste não há tamanha comoção e participação dos veículos de imprensa?
Há de se pensar, também, será que existe alguma relação entre a condição social de cada região e a efetiva participação da imprensa na divulgação e apelo por solidariedade? Será que aqui em Santa Catarina, por sorte, não “competimos” com outra catástrofe onde poderiam ser desviados os esforços e a atenção da mídia, consequentemente, do país?
São perguntas difíceis de responder, de se ACEITAR responder.

Deixo aqui meus respeitos às vidas que a água tirou de forma abrupta: as famílias das vitimas do vôo da Air France, bem como para as famílias que perderam seus entes queridos em meio às águas das enchentes que se abateram sobre algumas regiões do nordeste Brasileiro.
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Boa Semana a Todos;
Grato pela atenção,
Daniel Albherto Gabiatti

terça-feira, 26 de maio de 2009

Direito e Economia

Bem, primeiramente quero mandar um Beijão para minha namorada Aline Bertol, Beijão Amor. Eu Te Amo.


DIREITO E ECONOMIA
Cada vez mais, no mundo globalizado, todos os ramos da vida social estão sendo relacionados, nesta postagem, abordar-se-á o estreitamento de laços entre a Economia e o Direito, como oportunamente pode se usar da idéia do autor de “celebrando a convergência”, Gustavo Franco¹, “... a importância das instituições para o crescimento, [...], tornou-se o centro de um novo paradigma que veio a se materializar no mundo das políticas públicas”.
Partindo-se da idéia de que o Direito e a Economia nem sempre despontaram como ciências co-relacionadas, pôde ser abstraída certa aproximação entre as duas matérias no âmbito político atual, através do texto anteriormente citado. Prova disto é a necessidade cada vez maior de diálogos entre juristas e economistas para a solução das problemáticas econômicas e sociais do país, pois o economista está inserido no mundo jurídico, trabalhando em instituições do próprio poder judiciário, por sua vez, o advogado tem como obrigação ir além do mundo jurídico, pois sua influência transpassa os limites da vida judicial refletindo na política econômica.
A política monetária, de responsabilidade do Estado, que por sua vez advém do sufrágio popular, tem uma incidência expressiva na economia do país, por conseguinte, na vida de cada cidadão. Abstrai-se então, a importância do voto consciente fruto de uma das maiores conquistas da sociedade atual, a democracia, citada por Franco¹.
Todos os pontos de discussão de âmbito nacional, exemplo, questão tributaria, transgênicos, projetos sociais, comércio exterior, dentre tantos outros mais, são fruto da política do país que é regida por todos, direta ou indiretamente, aquela, através dos políticos, juristas, economistas, etc., e esta, por cada indivíduo através da democracia, mais uma vez mostra-se a responsabilidade de cada indivíduo em nosso país.
Para ser breve, concluo que o direito e a economia, juntamente com a efetiva participação social, são de importância vital nas questões nacionais, pois são itens interdependentes.
A incumbência de gerir o país nos anos que estão por vir é de responsabilidade das novas gerações, desta feita, se faz importante o diálogo entre os acadêmicos de direito e economia, pois isto os fará melhores profissionais que regerão o país e suas relações. Não somente a relação entre Direito e Economia se faz de vital importância, pois como é de conhecimento geral, todos os ramos das ciências, devem estar unidos, para que cada vez mais possamos crescer em todas as áreas uniformemente para que assim possamos suprimir as desigualdades sociais.
¹ Gustavo H. B. Franco (Professor do Departamento de Economia da PUC-Rio, ex-Presidente do Banco Central do Brasil e sócio fundador da Rio Bravo Investimentos)

(Este texto foi produzido em uma aula de Economia Política, na ocasião, contei com a ajuda de minha colega Maiara Gris, contudo adaptei o trabalho original para que pudesse postar aqui.)

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Grato Pela Atenção,
Daniel Albherto Gabiatti

terça-feira, 19 de maio de 2009

Ética e Sua Importância

Ética é quase um “dever ser”. É o conjunto de ações e reações que o indivíduo toma para uso na sua relação com o mundo. Contudo ética NÃO é o dever ser, propriamente dito. Entende-se “dever ser” como um conjunto de condutas que a sociedade adota como sendo o mínimo a se esperar de outrem, objetivando o bem comum. Esta mesma sociedade pune aquele cuja conduta não se encontra de acordo com este “dever ser” através do Estado, (lembrando que uma das razoes de este existir é garantir que o dever ser seja cumprido.).
Ética é a união dos valores que um indivíduo detém, pode ser entendida como costume, ou também, como a postura adotada por alguém perante seus semelhantes na sociedade em que se encontra. Por assim dizer, pode-se entender que a ética de uma pessoa tem reflexos na sociedade, tanto positivos, quanto negativos.
Se na sociedade em questão alguém age de forma antiética perante seus semelhantes, primeiramente acarretará uma problemática de cunho moral, gerando a aversão de muitos membros desta, pois a sociedade entende tal atitude como sendo fora dos padrões por ela adotada, mas se mesmo assim o individuo não muda de postura e o estado por sua vez não intervém, cria-se um (mal) exemplo, que poderá ser seguido por outros indivíduos, e assim por diante. Fazendo com que desta forma a sociedade decline para um patamar onde paira a desconfiança e a desonestidade.
Vindo de encontro a esta linha de raciocínio encontra-se Immanuel Kant quando nos traz a seguinte frase: "Aja de tal forma, que tua ação se torne uma regra universal.". Pois como dito anteriormente as atitudes de um indivíduo tem reflexos na sociedade como um todo, pois esta é constituída de pessoas, mais do que isto, de ações e regras, que podem ser entendidas como regras universais, então se as ações e regras desta sociedade são éticas, por conseguinte a sociedade o é, e esta por sua vez progride devido às suas boas relações internas.
Entende-se então, desta forma, a importância da Ética de cada um dentro do contexto social, e também a importância das chamadas regras universais (frutos de atitudes éticas), que nada mais são que as diretrizes que norteiam a vida humana.

Daniel Albherto Gabiatti

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Iniciando.

Primeiramente, esclarecerei o objetivo deste Blog:
Há algum tempo quis eu criar um blog, contudo não havia reservado tempo e creio que o devido interesse, também.
Todavia, ontem, resolvi cria-lo e aqui estou a fazer minha primeira postagem em um blog.
Não leio blogs, mas espero através deste conhecer alguns e começar a acompanhar.
Tenho por objetivo com este blog, tornar público muitos de meus textos, opiniões, etc., voltado primeiramente aos amigos e colegas, para que posteriormente eu possa ir mais além. ^^

Grato Pela Atenção,
Daniel Albherto Gabiatti.